Some o que a família precisaria para manter o padrão de vida por um período, mais dívidas e metas como a educação dos filhos, e subtraia o que já existe em reservas e outros seguros. O resultado é um ponto de partida para conversar com o consultor.
“Quanto devo contratar?” não tem resposta única. Existem referências de mercado, mas o mais útil é fazer uma conta com a realidade da sua família.
1. Despesas anuais da família
Some moradia, alimentação, saúde, escola, transporte e lazer. Esse é o custo de manter o padrão de vida em um ano.
2. Por quantos anos a família precisaria de apoio
Pense no tempo até os filhos terminarem os estudos ou até o cônjuge se reorganizar financeiramente. Faixas de 5 a 10 anos aparecem com frequência, mas é uma decisão pessoal.
3. Dívidas e compromissos
Financiamentos, empréstimos e obrigações que ficariam para a família. Incluir esse valor evita que uma dívida consuma a indenização.
4. Metas futuras
Educação dos filhos, quitação do imóvel e despesas com inventário e funeral.
5. Desconte o que já existe
Reservas financeiras, investimentos, seguros já contratados (inclusive o da empresa) e outras fontes de renda.
Exemplo ilustrativo
Valores fictícios, apenas para mostrar a lógica: despesas de R$ 8.000 por mês somam R$ 96.000 por ano; para cinco anos, R$ 480.000. Somando R$ 300.000 de financiamento e R$ 150.000 para a educação dos filhos, chega-se a R$ 930.000. Se a família já tem R$ 200.000 em reservas, o capital de referência seria de R$ 730.000.
Revise periodicamente
Nascimento de filho, compra de imóvel, mudança de renda: a necessidade muda. Reveja a cobertura a cada ano ou a cada evento importante.
Cuidados
- Não contrate só pelo preço da parcela: confira coberturas e exclusões.
- Atualize os beneficiários quando a vida mudar.
- Lembre-se de que o capital serve à família, não ao segurado.
Montamos essa conta junto com você: conheça o seguro de vida ou peça uma análise.